
Um homem vivia à beira de uma estrada e tinha um restaurante que fornecia uma deliciosa comida caseira. Ele não tinha rádio, televisão e nem lia jornais, mas fazia a melhor comida da região.
Ele divulgava seu negócio colocando cartazes à beira da estrada, recepcionava pessoalmente seus clientes e amigos, era cuidadoso com a qualidade, aparência e higiene de tudo: alimentos, colaboradores e instalações.
A clientela, o faturamento e a satisfação só aumentavam. Cada cliente bem atendido contava para muitos outros. E ele foi prosperando; reformou e ampliou o comércio; comprou tudo novo: móveis, fogões, pratos e talheres. Contratou auxiliares e investiu em qualificação. Sua comida era a melhor da região e seu atendimento impecável; muitos vinham de longe para saborear e comprovar as delícias do lugar.
Assim, conseguiu pagar uma boa escola para o filho; o menino cresceu e foi estudar Economia numa das melhores faculdades do país. Finalmente, o filho formado, voltou para casa e notou que o pai ainda continuava com a vida de sempre: atendendo todo sorridente, vendendo e crescendo cada vez mais. Não teve dúvidas, chamou o pai para uma conversa séria.
--- Pai, você não ouve rádio? Não vê televisão? Não lê jornais? Não acessa a internet? Há uma grande crise no mundo! A situação do país é crítica, primeiro quebrarão os grandes, depois o Brasil. A coisa está feia, assustadora.
Após as considerações do filho, doutor em economia, o pai ponderou:
--- Bem, se meu filho que estudou economia na melhor faculdade, tem mestrado, doutorado, lê jornais, vê televisão, acessa a internet, e acha isto, então ele só pode estar com a razão.
Com medo da crise, o pai procurou fornecedores com preços e qualidade inferiores, parou com os cartazes, reduziu a limpeza, passou a desligar as geladeiras à noite, demitiu vários colaboradores, parou de treinar e motivar sua equipe, já não recepcionava os clientes pessoalmente, suas conversas eram desanimadoras e negativas. Clientes novos, e a crise? Com estas providências, a clientela começou a desaparecer e as vendas despencaram; diminuíram até chegar a patamares insuportáveis, gerando enormes prejuízos. Assim, ele fechou as portas do seu comércio, outrora lucrativo. E chegando para seu filho falou:
--- Você estava certo filho, estamos em meio a uma grande crise!
E comentava com seus poucos amigos que restaram:
--- Bendita a hora em que fiz meu filho estudar economia, ainda bem que ele me avisou da crise.
Vivemos um mundo contaminado por más notícias; cuidado com especulações e sensacionalismos; tais notícias poderão nos influenciar a ponto de roubar a prosperidade e o sucesso em nossas vidas!
Obs. O texto original foi publicado em 1958 pela Quaker State Metais Co. Luiz Arantes o adaptou em janeiro/2009. E você por favor, tire suas conclusões.
Ele divulgava seu negócio colocando cartazes à beira da estrada, recepcionava pessoalmente seus clientes e amigos, era cuidadoso com a qualidade, aparência e higiene de tudo: alimentos, colaboradores e instalações.
A clientela, o faturamento e a satisfação só aumentavam. Cada cliente bem atendido contava para muitos outros. E ele foi prosperando; reformou e ampliou o comércio; comprou tudo novo: móveis, fogões, pratos e talheres. Contratou auxiliares e investiu em qualificação. Sua comida era a melhor da região e seu atendimento impecável; muitos vinham de longe para saborear e comprovar as delícias do lugar.
Assim, conseguiu pagar uma boa escola para o filho; o menino cresceu e foi estudar Economia numa das melhores faculdades do país. Finalmente, o filho formado, voltou para casa e notou que o pai ainda continuava com a vida de sempre: atendendo todo sorridente, vendendo e crescendo cada vez mais. Não teve dúvidas, chamou o pai para uma conversa séria.
--- Pai, você não ouve rádio? Não vê televisão? Não lê jornais? Não acessa a internet? Há uma grande crise no mundo! A situação do país é crítica, primeiro quebrarão os grandes, depois o Brasil. A coisa está feia, assustadora.
Após as considerações do filho, doutor em economia, o pai ponderou:
--- Bem, se meu filho que estudou economia na melhor faculdade, tem mestrado, doutorado, lê jornais, vê televisão, acessa a internet, e acha isto, então ele só pode estar com a razão.
Com medo da crise, o pai procurou fornecedores com preços e qualidade inferiores, parou com os cartazes, reduziu a limpeza, passou a desligar as geladeiras à noite, demitiu vários colaboradores, parou de treinar e motivar sua equipe, já não recepcionava os clientes pessoalmente, suas conversas eram desanimadoras e negativas. Clientes novos, e a crise? Com estas providências, a clientela começou a desaparecer e as vendas despencaram; diminuíram até chegar a patamares insuportáveis, gerando enormes prejuízos. Assim, ele fechou as portas do seu comércio, outrora lucrativo. E chegando para seu filho falou:
--- Você estava certo filho, estamos em meio a uma grande crise!
E comentava com seus poucos amigos que restaram:
--- Bendita a hora em que fiz meu filho estudar economia, ainda bem que ele me avisou da crise.
Vivemos um mundo contaminado por más notícias; cuidado com especulações e sensacionalismos; tais notícias poderão nos influenciar a ponto de roubar a prosperidade e o sucesso em nossas vidas!
Obs. O texto original foi publicado em 1958 pela Quaker State Metais Co. Luiz Arantes o adaptou em janeiro/2009. E você por favor, tire suas conclusões.
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